domingo, 29 de junho de 2014

Para refletir




De tentativas em tentativas é que vamos aperfeiçoando o nosso fazer!


Nossa vida é regida por regras determinadas pela sociedade da qual participamos e que devemos seguir para vivermos em harmonia com nossos pares. Na tentativa de melhorar essa convivência criamos  modelos que acreditamos ser perfeitos, e que a vivência nos mostra que não são, que não existe um modelo perfeito, que sempre vamos estar tentando melhorar e é dessas tentativas que consiste o viver.

Assim é o trabalho na sala de AEE. Regemos-nos por diretrizes que nos orientam como lidar com as várias deficiências, mas é no dia a dia que vamos criando nossos modelos de atendimento, visando melhorar cada vez mais. Nossa experiência no AEE nos mostra que não se pode elaborar um modelo de atendimento padronizado, pois cada caso é um caso, com suas particularidades e especificidades que devem ser consideradas. Percebemos que não existe um modelo a seguir, pois cada caso é único, e que precisamos estar sempre mesclando os vários modelos, procurando novas alternativas que nos possibilite alcançar nossos objetivos.

Assim, os modelos pré-elaborados como modelos ideais de atendimento vão se mostrando ineficientes e sofrendo alterações. Toda vez que acreditamos que atingimos o modelo ideal, sempre surge algo a ser acrescentado, transformando o modelo perfeito em imperfeito.

É na vivencia da sala de AEE que aprendemos a ter um novo olhar sobre os alunos com deficiência, a focar nosso olhar no aluno e não na deficiência, a enxergar suas potencialidades e ampliar suas possibilidades e não as barreiras impostas a ele pela deficiência.

Precisamos nos engajar cada vez mais na luta pela inclusão dos nossos alunos com deficiência, fazendo com que eles sejam vistos como seres capazes, que gozam dos mesmos direitos dos demais e que só esperam uma oportunidade para demonstrar suas potencialidades.




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