domingo, 29 de setembro de 2013

SUGESTÃO DE JOGOS PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

     Os jogos são atividades imprecindíveis para o desenvolvimento global da criança, favorecendo sua autoestimae estimulandoa utilização das estruturas cognitivas na aquisição de novas aprendizagens.
     Os jogos não são apenas uma forma de intretenimento para gas tar a energia das crianças, mas, meios que contribuem para o seu desenvolvimento intelectual.São estratégias metodológicas que ajudam o aluno com DI a desenvolver suas habilidades cognitivas.
    O professor deve usar de sua criatividade para criar  ou adaptar os jogos, segundo a necessidade de seus alunos.
    É brincando que a criança aprende.
    Aproveitem as sugestões de jogos para serem trabalhados com alunos com Deficiência intelectual e boa diversão!


BONECO ARTICULADO

Estimula:
Noção do esquema corporal,
conscientização sobre as partes do corpo e
suas posições, habilidade manual
Descrição:
As partes do corpo recortadas em cartolina: cabeça, pescoço, tronco, dois
braços, dois antebraços, duas mãos, duas coxas, duas pernas e dois pés. Para
juntar as partes fazendo as articulações, podem ser feitos furos com o furador de
papel e colocadas tachas, que se abrem depois e perfurar o papel. Outra alternativa
é furar as articulações com uma agulha grossa e barbante, e depois dar um nó de
cada lado do barbante.
Possibilidades de exploração:
-Recortar e montar o boneco articulado.
-Pedir a uma pessoa que sirva de modelo, assumindo diferentes posições
que os alunos procurarão reproduzir com seus bonecos.
-Fazer o exercício contrário, colocar o boneco em posições que as pessoas
deverão representar.
-Descobrir quais as posições que podem ser feitas com o boneco mas que
são impossíveis de serem realizadas pelo ser humano.


BOLICHE DE LATAS

Estimula:
Motricidade, coordenação motora
ampla, coordenação viso-motora, arremesso
ao alvo, controle de força e direção.
Descrição:
Bolas de meia feitas com algumas meias juntas, que são enfiadas no fundo
de uma meia comprida. Para arrematar, torcer e desvirar o cano da perna da meia
várias vezes, recobrindo a bola para, posteriormente, costura-la. Latas vazias, do
mesmo tamanho, com números colados.
Possibilidades de exploração:
-Empilhar as latas fazendo um castelo.
-Jogar como boliche: cada jogador arremessa três bolas, tentando derrubar
todas as latas.
-Contar os pontos de acordo com os números escritos nas latas derrubadas.
-Vence o jogo quem tiver feito mais pontos.

JOGO DE ARGOLA

Estimula:
Percepção viso-motora,atenção, concentração,
identificação de cores e a relação
número/quantidade.
Descrição:
10 garrafas descartáveis. Colocar uma porção de areia no fundo da garrafa.
Cortar papel crepom de cores variadas, em tiras e colocar em cada garrafa uma cor.
Recortar em papel preto os numerais de 1 a 10 e colar um em cada garrafa. Cortar
tampas de plástico no tamanho que encaixem nas garrafas, para servir de argolas.
Exploração:
As garrafas ficam agrupadas, e a uma distância de 4 a 6 metros as crianças
lançam a argola: quando acertam, verificam o número contido na garrafa e retiram
no material de contagem a cor e a quantidade correspondentes. Ganha quem
conseguir o maior número de pontos.



Fonte de pesquisa :
http://www.slideshare.net/robslunardi/jogos-e-brincadeiras-para-deficientes

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Inclusão Escolar - Programa Educação Brasileira
Entrevista com Maria Teresa Matoan sobre inclusão escolar 

TV Cultura/Univesp TV - 14 de agosto de 2013

O Programa Educação Brasileira de 14 de agosto de 2013 tratou do tema Inclusão Escolar. Como a questão tem sido tratada nas escolas brasileiras? E o Plano Nacional de Educação? O que ele prevê para este assunto? Para responder estas e outras questões, participaram da discussão Maria Teresa Mantoan, da Faculdade de Educação da Unicamp, e Virgínia Marino, do Departamento de Ações Educacionais da Secretaria de Educação de São Bernardo do Campo.

Tecnologia Assistiva



Tecnologia Assistiva

   Tecnologia Assistiva (TA) são recursos de acessibilidade na escola que auxiliam na resolução de dificuldades funcionais das pessoas com deficiência na realização de suas tarefas
   No contexto educacional, visando à inclusão dos alunos com deficiência, encontramos vários recursos que favorecem tarefas do cotidiano escolar como escrever, pintar, recortar, colar...




1. Figura de uma mão com uma órtese em arame revestido em tubo plástico que envolve os dedos indicador e polegar e ao mesmo tempo fixa o lápis durante a escrita.
2. Figura de uma mão escrevendo com um lápis que perpassa o furo de uma borracha em EVA, engrossando o lápis para facilitar a preensão e escrita. A folha é fixada sobre uma base de metal.  O aluno utiliza uma pulseira imantada que aderindo á base imantada auxilia na inibição de movimentos involuntários.
3. Uma órtese feita de arame e espuma, revestida de tecido que tem uma caneta acoplada. A figura apresenta outros materiais como um pincel, um giz de cera e um talher que podem ser acoplado a esta órtese. 
4. Uma tesoura ajustada com um arame, revestido de um cano de borracha, ligado às duas extremidades onde normalmente ela é segurada. O arame mantém a tesoura sempre aberta e para utilizá-la o aluno deve segurar a alça de arame e executar o movimento de fechar a mão. Tesouras com acessórios facilitam ao aluno com dificuldade motora na realização das atividades de recorte.
5. Figura com lápis, pincel, tubo de cola e trena para pintura que estão revestidos e engrossados com rolos de espuma para que a preensão seja facilitada.
 6. Um lápis introduzido em uma bola de borracha, originalmente utilizada para sucção de leite materno. A mão segura bola de borracha que molda-se facilmente a ela , facilitando a apreensão . Essa adequação facilita o aluno a segurar o lápis para escrita e desenho.  

   Esses são exemplos de recursos de baixa tecnologia que podem ser construídos pelo professor de AEE e disponibilizados ao aluno que os utiliza na sala comum ou nos locais onde ele tiver necessidade deles.
   
   Esses recursos ampliam as possibilidades de realização das atividades que envolvem a motricidade fina do aluno.







FONTE DE PESQUISA

  • Blog : http://elaineaee.blogspot.com.br/2011_10_01_archive.html
  • Sartorre, Mara Lúcia - A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar : recursos pedagógicosacessíveis e comunicação aumentativa e alternativa . v.6(Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar)








terça-feira, 30 de julho de 2013

Atendimento Educacional Especializado

 
      O atendimento educacional especializado (AEE), muito tem contribuido para amenizar os problemas enfrentados pelos alunos com deficiência.
      O trabalho desenvolvido nas Salas de Recursos Multifuncionais requer muita dedicação por parte do professor do AEE. Ele tem que planejar cuidadosamente o trbalho a ser desenvolvido de tal forma que venha amenizar as barreiras enfrentadas pelos alunos com deficiência, principalmente no âmbito escolar.
      A  principal função do professor do AEE é promover a inclusao do aluno com deficiencia no âmbito escolar e fora dele . Ele deve participar da elaboração  do Projeto Político Pedagógico; elaborar, executar e avaliar o Plano de AEE, de acordo com as nacessidades específicas de cada  aluno; realizar o atendimento individual ou em grupo, conforme a necessidade de cada aluno; planejar e produzir materiais pedagógicos acessíveis; fazer a articulação com o professor da sala comum, visando uma maior participação  e aprendizagem do aluno do AEE e orientar os professores e à família sobre a melhor forma de promover a autonomia e independência dos alunos do AEE. Ao propor atividades, o professor deve levar em consideração o interesse e a capacidade dos alunos, explorando suas potencialidades ao máximo ,sempre propondo novos desafios que o aluno possa superar.
      O trabalho do professor do AEE nao deve ser isolado do trabalho do professor da sala comum. Ambos devem trabalhar conjuntamente para promover a inclusão do aluno com deficiencia . O professor da sala comum deve incluir os alunos com deficiencia em todas as atividades que o aluno possa  realizar , para que ele não se sinta desestimulado  a frequentar a escola regular. Não o deve tratar como um aluno ¨diferente¨, mas como um aluno que tem certa ¨limitação¨, que deve ser considerada.
      Para organizar o trabalho no AEE o professor deve coletar todas as informações possíveis sobre o aluno a ser atendido de forma que possa conhecer a história de vida desse aluno, organizar o estudo de cada caso individualmente e elaborar seu plano de ação. O plano de ação será o norteador do trabalho do professor do AEE  onde as ações a serem desenvolvidas podem ser avaliadas e reformuladas de acordo com os resultados obtidos. Essa flexibilidade permitirá ao professor do AEE reformular o seu trabalho  de tal forma que possa promover mais e melhor a inclusao dos alunos com deficiência.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Sugestão de endereço eletrônico...

Educação Inclusiva A revista Escola - Inclusão Educação Especial nos dá uma visão das principais deficiências (deficiência fisica , auditiva , visual , Síndrome de Rett , Síndrome de Asperger...) , das dificuldades enfrentadas pelos portadores dessas deficiências e ainda orienta como um professor deve lidar com alunos com essas deficiências na escola, além de apresentar reportagens que mostram como realmente é uma escola inclusiva . Para quem quer se familiarizar com o tema "inclusão", é uma ótima opção de acesso na internet. http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/lst_educacao-especial.shtml

Curso à distancia: bom ou ruim?

       No texto “O que é um bom curso a distancia?“, Moran fala das características de um bom curso, seja presencial ou a distancia, de como deve ser o educador , o aluno e de todos que são responsáveis para que o curso seja bom.
       Uma das maiores vantagens de um curso a distancia é a flexibilidade de organização do tempo e local de estudo, uma vez que não se tem a obrigatoriedade de estar presente constantemente num determinado local e numa hora certa. Por outro lado, essa falta de um espaço físico, onde se possa trocar experiência frente a frente com os outros cursistas, se torna num dos problemas dos cursos à distancia, pois a interação entre os participantes se torna um pouco¨ artificial¨.
       No texto “Contribuições para uma pedagogia on –line” Moran diz que é necessário manter a interação entre os alunos, motiva-los constantemente e isso se torna mais difícil nos cursos à distância.
       Outra dificuldade apresentada é a questão da autonomia e da organização pessoal, fundamental nos cursos a distancia, pois se não houver essa organização fica difícil de acompanhar, o que gera um desânimo que pode causar o abandono do curso.
       Moran também fala da importância da maturidade dos alunos nos cursos virtuais, que é conseguida no decorrer do curso, e da importância dos fóruns onde os alunos podem discutir os assuntos abordados, mas que não substitui a necessidade de contatos presenciais periódicos.
       Como integrar o presencial e o virtual garantindo uma aprendizagem significativa é o grande desafio para todas as universidades e organizações educacionais, e requer professores bem preparados para enfrentar esse desafio.
     Após a leitura dos textos, dá pra se perceber que o curso virtual requer um conhecimento prévio sobre como utilizar as ferramentas de um computador, como participar de uma teleconferência... E quem não tem esse conhecimento terá dificuldade de acompanhar o curso, mas que não se torna um empecilho, uma vez que se pode contar com a ajuda de colaboradores. Sendo a primeira vez que participo de um curso a distancia terei certa dificuldade de me adaptar a essa modalidade de curso.
     O grande diferencial de um curso nessa modalidade é a possibilidade de se estar formando uma grande quantidade de pessoas ao mesmo tempo e em diferentes regiões, que enriquece a troca de experiências, bem como a disponibilidade de ferramentas que facilitam alcançar as propostas do curso.

A insegurança frente ao novo